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Mardi 31 octobre 2006
Cinco municípios do Oeste com posto de informação sobre Justiça
 

Os cidadãos de cinco concelhos da zona Oeste vão passar a ter informação gratuita e encaminhamento sobre questões da justiça com a entrada em funcionamento do “Infojus”, um sistema inovador que vai funcionar em carácter experimental nos próximos dois anos.
No Tribunal das Caldas da Rainha vai ficar instalado um posto de atendimento “Infojus”, constituído por um advogado e equipamento de vídeo-chamada que permitirá receber os cidadãos pessoalmente ou através dos postos de atendimento ao cidadão existentes nos concelhos do Bombarral, Óbidos, Peniche, Rio Maior e Caldas da Rainha.
"Trata-se de uma iniciativa original que permite aconselhar as pessoas sobre os problemas e sobre o encaminhamento que é desejável", afirmou hoje à Agência Lusa o ministro da Justiça, Alberto Costa, após a assinatura do protocolo que cria o “Infojus”.
Formalmente constituído em Óbidos através da assinatura de um protocolo entre o Ministério da Justiça e os cinco municípios do círculo judicial das Caldas da Rainha, a Associação Forense do Oeste, a Concórdia - Centro de Conciliação e Mediação de Conflitos e o IMAP - Instituto de Mediação e Arbitragem de Portugal, o “Infojus” vem responder às dificuldades de atendimento dos órgãos de Justiça.
Segundo o ministro, "os funcionários (dos tribunais) estão de tal maneira envolvidos nos trabalhos processuais que é com dificuldade que se podem desligar dessas tarefas e orientar o público, e com esta forma está criado um serviço de apoio específico para facilitar o acesso à justiça".

in Região de Leiria

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Vendredi 27 octobre 2006

O concelho de Leiria possui 25 bancos com 89 balcões, mas nos próximos meses este número aumentará. Na região preparam-se para abrir 15 novos balcões, a sua grande maioria na cidade de Leiria.
O número de delegações tem vindo a crescer a olhos vistos. Só nos últimos cinco anos surgiram 33 novas delegações no concelho de Leiria.
O Finibanco é um das instituições bancárias que aposta na expansão em Leiria. Entre o final de 2006 e o início de 2007, vão existir mais três balcões, de acordo com o director regional, Jorge Vala, que adiantou ainda que o Finibanco prevê mais aberturas para o novo ano.
O Banco Português de Negócios (BPN) apresentará dois novos balcões no início de 2007: um em Peniche o outro em Bombarral.
A Caixa Geral de depósitos (CGD) não quis adiantar o número de agências que abrirá na região, mas confirma a previsão de abertura de novos balcões nos próximos meses. Já em construção está o balcão da Nova Leiria e da Avenida Nossa Senhora de Fátima, em Leiria.
No distrito de Leiria existem 32 agências CGD; no concelho, oito. A aposta em Leiria “prende-se com o seu potencial”, adianta a instituição bancária. “Leiria apresenta enormes potencialidades ao nível da descentralização da criação de riqueza e emprego. A capacidade empreendedora dos investidores tem proporcionado um desenvolvimento ímpar do distrito nos últimos anos, impulsionando também a atracção e a fixação de novas famílias que aqui decidem trabalhar e residir”, acrescenta.

In Região de Leiria

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Jeudi 26 octobre 2006

A Segurança Social do Bombarral é o único serviço da região e apenas um dos cinco em todo o país que preenchem os requisitos mínimos na prestação de informações aos seus beneficiários, segundo um estudo efectuado pela Associação de Defesa do Consumidor.

O estudo que irá ser publicado na edição de Novembro-Dezembro da revista “Dinheiros e Direitos”, revela que “os consumidores têm motivos para se preocuparem e estarem descontentes com a qualidade da informação prestada

A DECO visitou 123 serviços de atendimento e concluiu que, perante questões genéricas sobre desemprego ou maternidade e paternidade, por exemplo, 85% não respondeu ou deu informação incompleta ou errada em, pelo menos, dois dos quatro cenários apresentados e 23 recusaram responder ao inquérito.

Apenas cinco serviços cumpriram os requisitos mínimos: serviços locais do Bombarral e da Marinha Grande (ambos no distrito de Leiria), Entroncamento (Santarém), Lagos e Silves (Faro).

A DECO já deu conhecimento destas conclusões ao Ministério do Trabalho e da Solidariedade Social, que tutela este organismo. Compete-lhe, agora, reformar os próprios serviços de atendimento, promovendo a formação dos funcionários, centrada na aquisição de competências técnicas e comportamentos adequados. Porque cada vez mais é importante “humanizar” os serviços públicos e aproximá-los do cidadão.

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Jeudi 26 octobre 2006
Pêra Rocha do Oeste com produção de 160 mil toneladas



A Associação Nacional de Produtores de Pera Rocha (ANP), no sentido de obter informações que permitam aos seus associados e a todos os produtores de pêra rocha, ter indicações das produções anuais, efectua anualmente a avaliação das quantidades conservadas em frio, nas centrais fruteiras dos seus 21 associados com central.
Constata-se que a produção dispersa representa cerca 48% da produção total e a produção organizada cerca de 52% e relativamente à campanha de 2006/2007, estima-se uma produção não inferior a 160 mil toneladas. Relacionando com as últimas quatro campanhas, trata-se de um ano superior à campanha anterior (perto de 140 mil), mas de quantidade inferior à maior campanha - a de 2004/2005 (cerca de 190 mil).
Em termos de calibres, trata-se de um ano com calibres superiores aos tamanhos habituais para a pêra rocha.
O concelho do Cadaval é o mais significativo em termos de produção, representando 37% da produção, seguido pelos concelhos do Bombarral e Torres Vedras, com a mesma percentagem, 18%.
Os concelhos de Alcobaça e Porto de Mós representam 10% e Óbidos 9%. No entanto, o concelho de Óbidos tem menos centrais fruteiras, considerando tal facto, o concelho de Óbidos tem mais peso em termos de produção, que o concelho de Alcobaça e Porto Mós juntos. Mafra representa 6% da produção e Caldas da Rainha apenas 2%, sendo o concelho com menos centrais fruteiras.
A produção com calibre 60-65 mm não tem apresentado gran-des oscilações de campanha para campanha, sendo o principal calibre e o mais constante. 
A classe de calibre abaixo de  60  mm  aumentou ao longo destes três anos, chegando a repre-sentar no ultimo ano quase metade da produção. Acima dos 65  mm, a produção tem diminuído ao longo deste período.
Dados da campanha de 2006, ainda parciais, permitem referir que  esta  última  colheita  apresenta características muito diferentes das anteriores, sendo de realçar os frutos de maior tamanho e uma distribuição pelas classes de calibre completamente diferente do que estamos habituados a obter .
Estes resultados reflectem as condições meteorológicas de cada um dos anos, nomeadamente precipitação e temperatura, e como depende deles a produção.
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Dimanche 15 octobre 2006
O Parque Eólico instalado nas freguesias do Reguengo Grande (concelho da Lourinhã) e do Pó (Bombarral), com respectivamente 4 e 3 aerogeradores em cada uma delas, começou já a funcionar e vai produzir energia capaz de abastecer metade do concelho da Lourinhã.

O projecto é da Enernova- Novas Energias S.A., que o adquiriu à Tecneira- Tecnologias Energéticas SA, e representa um investimento estimado em cerca de 13,5 milhões de euros para esta empresa pertencente ao grupo EDP.

Detentora de 250 Megawatts (MW) de potência em Portugal, a Enernova pretende com este projecto atingir uma facturação de 1,5 milhões de euros, tendo em conta uma potência instalada de 9 MW, capazes de produzir uma média anual de 8 Gigawatts (GW) por hora.

Trata-se de um parque eólico de média dimensão que pretende contribuir para que a Enernova possa chegar aos 1GW de potência em 2010. “Há muito que a EDP se empenhou na produção das energias renováveis, porque sente que deve dar o seu contributo para as metas energéticas e ambientais definidas pela União Europeia”, sustentou o administrador da empresa em entrevista à Rádio da Lourinhã.

Lobo Gonçalves revelou que “este parque vai produzir cerca de 18 GW por hora, isto é, uma produção que equivale ao consumo anual de um aglomerado populacional de cerca de 12 mil habitantes”.

Com 2,5% do lucro sobre a electricidade produzida, as Câmaras Municipais da Lourinhã e Bombarral deverão receber uma receita anual na ordem dos 50 mil euros, a que se acrescem outros ganhos provenientes do arrendamento de terrenos, onde estão instalados os moinhos de vento.

O Parque do Reguengo Grande/Pó poderá vir a ser inaugurado dentro em breve, depois de concluída a fase de experimentação dos aerogeradores, mas caso estas duas autarquias assim o desejarem.

Recorde-se que a Enernova é detentora do Parque Eólico da Serra d’el Rei (Peniche), que deverá estar concluído dentro de dois meses. Lobo Gonçalves sublinha que a Região Oeste possui uma “fatia (de MW) muito importante”, estando situada numa área geográfica mais ampla que termina em Sintra.

Além da energia eólica, a Enernova está também a equacionar outras oportunidades e os investimentos na nossa região poderão estender-se à energia produzida a partir do movimento das ondas. Neste capítulo, aquele responsável revelou que esta é “naturalmente uma região a explorar”.


In Oesteonline
par Secção PS - Bombarral publié dans : Bombarral
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