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Bombarral

Jeudi 5 octobre 2006
O Health Club Equilíbrio, no Bombarral, é o primeiro Ponto Saudável de consumo gratuito de fruta em Portugal.

A inauguração e apresentação deste novo projecto da Associação Nacional de Produtores de Pera Rocha aconteceu a 30 de Setembro nas instalações do Health Club.

Pedro Simão e Vanessa Pereira, proprietários do Equilíbrio e João Alves, director da ANP assinaram o protocolo de cooperação entre as duas instituições.

Segundo Vanessa Pereira, sócia-gerente do Equilíbrio, ?esta é apenas a concretização daquilo que já vimos a promover desde a nossa abertura: o consumo de fruta e, neste caso de uma forma gratuita?.

A ANP espera que este Ponto Saudável seja o primeiro de muitos por todo o país.

O Ponto Saudável Rocha do Oeste DOP (Denominação de Origem Protegida é um espaço identificado onde as pessoas se podem dirigir e consumir gratuitamente Pera Rocha.

A instituição que acolhe o Ponto Saudável comprará a Pera Rocha a um preço simbólico aos associados da ANP.
 

In Oesteonline

Par Secção PS - Bombarral
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Vendredi 6 octobre 2006
Os passageiros da CP do concelho do Bombarral manifestaram-se no dia 27 de Setembro contra os novos horários propostos por esta entidade para a linha do Oeste.

Apesar destes horários apenas terem entrado em vigor a 1 de Outubro, foram distribuídos junto dos utentes dias antes, despoletando a sua consternação pelas alterações introduzidas.

Com esta nova oferta, os passageiros queixam-se de não conseguirem entrar a horas nos empregos e nas escolas, dado que o primeiro comboio que parte do Bombarral chega a Caldas às 8h08 e o segundo às 9h08. Desta forma, é impossível para os utentes entrarem às 8h00 e às 9h00 nos seus postos de trabalho, sendo a situação mais grave para os primeiros que não têm outra alternativa.

Anteriormente, estes dois comboios chegavam à estação das Caldas às 7h37 e às 8h53.

Se o horário da manhã não agrada aos passageiros, com o da tarde passa-se o mesmo, uma vez que o comboio das 16h27 passou a partir das Caldas às 17h24 e o das 18h28 às 18h54. Para aqueles passageiros, estes horários não acrescentam nenhum benefício, principalmente para quem sai depois das 17h30, que tem de esperar mais tempo pelo próximo transporte ferroviário e para os utentes, por exemplo do sector do comércio, que encerram a sua hora de expediente às 19h00 e só têm comboio às 21h24.

A indignação de quem vê a sua vida transformada de um dia para o outro sem melhorias efectivas fez-se sentir na estação de Caldas através de uma manifestação espontânea que reuniu cerca de 40 a 50 utilizadores da linha de caminho de ferro do Oeste, principalmente do concelho do Bombarral, que a bloquearam como forma de protesto.

Os manifestantes colocaram-se nos carris impedindo que o comboio que vinha da Figueira da Foz em direcção a Lisboa pudesse circular. A obstrução da via, levou ao local 15 elementos da PSP que através do diálogo com os protagonistas da manifestação conseguiram liberar a linha-férrea.

A PSP entrou em contacto com os responsáveis da CP que em conversa telefónica com um representante dos passageiros agendou uma reunião para o dia seguinte na estação para discussão dos novos horários.

Os manifestantes acusam a CP de não ter pensado nas necessidades dos utentes, uma vez que “estes horários não servem nem os estudantes, nem os trabalhadores”, refere Anabela Ferreira, empregada de cerâmica, adiantando que “passaremos a entrar diariamente atrasados, o que é impensável, e a regressar mais tarde”.

Na reunião os responsáveis da CP ouviram a opinião dos utentes e prometeram repensar os horários dos comboios da manhã, uma vez que “apesar de percebermos o que pretendem, as opiniões também não são convergentes e por isso teremos que tentar conciliá-las”, explica Cláudia Freitas, responsável pela unidade de negócios CP-Regional.

Os passageiros, por seu turno, saíram desta reunião convictos que os dois comboios da manhã que partem do Bombarral regressariam ao horário antigo a partir de Domingo, dia 8 de Outubro.

Ana Elisa Sousa in Gazeta das Caldas

Par Secção PS - Bombarral
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Samedi 14 octobre 2006

Tal como o PS já tem afirmado várias vezes, o Teatro Eduardo Brazão está a deteriorar-se cada dia que passa.

Estas imagens ilustram todos os nossos receios. A situação do teatro ainda é mais grave do que todos nós pensávamos. O PS, através dos seus vereadores já afirmou que a Câmara Municipal do Bombarral deveria abrir um inquérito às obras queáí se realizaram, de forma a ser responsabilizado que tem responsabilidades no desastre a que se tornou a nossa pérola cultural.

Ainda na ultima reunião de Câmara os vereadores do PS solicitaram um conjunto de informações tendentes a poderem formular a sua opinião no respeitante ao pedido de inquérito. Queremos saber quanto custou a obra, quem fiscalizou e se a garantia bancária já foi ou não libertada, além de outras informações.

Após nos ser fornecidos esses dados, o PS formulará a sua opinião final.

Par Secção PS - Bombarral
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Dimanche 15 octobre 2006
O Parque Eólico instalado nas freguesias do Reguengo Grande (concelho da Lourinhã) e do Pó (Bombarral), com respectivamente 4 e 3 aerogeradores em cada uma delas, começou já a funcionar e vai produzir energia capaz de abastecer metade do concelho da Lourinhã.

O projecto é da Enernova- Novas Energias S.A., que o adquiriu à Tecneira- Tecnologias Energéticas SA, e representa um investimento estimado em cerca de 13,5 milhões de euros para esta empresa pertencente ao grupo EDP.

Detentora de 250 Megawatts (MW) de potência em Portugal, a Enernova pretende com este projecto atingir uma facturação de 1,5 milhões de euros, tendo em conta uma potência instalada de 9 MW, capazes de produzir uma média anual de 8 Gigawatts (GW) por hora.

Trata-se de um parque eólico de média dimensão que pretende contribuir para que a Enernova possa chegar aos 1GW de potência em 2010. “Há muito que a EDP se empenhou na produção das energias renováveis, porque sente que deve dar o seu contributo para as metas energéticas e ambientais definidas pela União Europeia”, sustentou o administrador da empresa em entrevista à Rádio da Lourinhã.

Lobo Gonçalves revelou que “este parque vai produzir cerca de 18 GW por hora, isto é, uma produção que equivale ao consumo anual de um aglomerado populacional de cerca de 12 mil habitantes”.

Com 2,5% do lucro sobre a electricidade produzida, as Câmaras Municipais da Lourinhã e Bombarral deverão receber uma receita anual na ordem dos 50 mil euros, a que se acrescem outros ganhos provenientes do arrendamento de terrenos, onde estão instalados os moinhos de vento.

O Parque do Reguengo Grande/Pó poderá vir a ser inaugurado dentro em breve, depois de concluída a fase de experimentação dos aerogeradores, mas caso estas duas autarquias assim o desejarem.

Recorde-se que a Enernova é detentora do Parque Eólico da Serra d’el Rei (Peniche), que deverá estar concluído dentro de dois meses. Lobo Gonçalves sublinha que a Região Oeste possui uma “fatia (de MW) muito importante”, estando situada numa área geográfica mais ampla que termina em Sintra.

Além da energia eólica, a Enernova está também a equacionar outras oportunidades e os investimentos na nossa região poderão estender-se à energia produzida a partir do movimento das ondas. Neste capítulo, aquele responsável revelou que esta é “naturalmente uma região a explorar”.


In Oesteonline
Par Secção PS - Bombarral
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Jeudi 26 octobre 2006
Pêra Rocha do Oeste com produção de 160 mil toneladas



A Associação Nacional de Produtores de Pera Rocha (ANP), no sentido de obter informações que permitam aos seus associados e a todos os produtores de pêra rocha, ter indicações das produções anuais, efectua anualmente a avaliação das quantidades conservadas em frio, nas centrais fruteiras dos seus 21 associados com central.
Constata-se que a produção dispersa representa cerca 48% da produção total e a produção organizada cerca de 52% e relativamente à campanha de 2006/2007, estima-se uma produção não inferior a 160 mil toneladas. Relacionando com as últimas quatro campanhas, trata-se de um ano superior à campanha anterior (perto de 140 mil), mas de quantidade inferior à maior campanha - a de 2004/2005 (cerca de 190 mil).
Em termos de calibres, trata-se de um ano com calibres superiores aos tamanhos habituais para a pêra rocha.
O concelho do Cadaval é o mais significativo em termos de produção, representando 37% da produção, seguido pelos concelhos do Bombarral e Torres Vedras, com a mesma percentagem, 18%.
Os concelhos de Alcobaça e Porto de Mós representam 10% e Óbidos 9%. No entanto, o concelho de Óbidos tem menos centrais fruteiras, considerando tal facto, o concelho de Óbidos tem mais peso em termos de produção, que o concelho de Alcobaça e Porto Mós juntos. Mafra representa 6% da produção e Caldas da Rainha apenas 2%, sendo o concelho com menos centrais fruteiras.
A produção com calibre 60-65 mm não tem apresentado gran-des oscilações de campanha para campanha, sendo o principal calibre e o mais constante. 
A classe de calibre abaixo de  60  mm  aumentou ao longo destes três anos, chegando a repre-sentar no ultimo ano quase metade da produção. Acima dos 65  mm, a produção tem diminuído ao longo deste período.
Dados da campanha de 2006, ainda parciais, permitem referir que  esta  última  colheita  apresenta características muito diferentes das anteriores, sendo de realçar os frutos de maior tamanho e uma distribuição pelas classes de calibre completamente diferente do que estamos habituados a obter .
Estes resultados reflectem as condições meteorológicas de cada um dos anos, nomeadamente precipitação e temperatura, e como depende deles a produção.
Par Secção PS - Bombarral
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