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Lundi 4 décembre 2006
A Associação de Agricultores do Oeste (AAO) e a Câmara Municipal do Bombarral (CMB) assinaram um protocolo com a Leader Oeste, para apoio às instalações para o projecto CAPTO - Cooperativa de Artes e Profissões Tradicionais do Oeste, no antigo Matadouro Municipal do Bombarral.

São entidades fundadoras a AAO, a CMB, a Leader Oeste, a SirOeste e o CARO – Centro Agrícola e Rural do Oeste.

A CMB cede as instalações, gratuitamente, através de um contrato de comodato, por um período de 25 anos. Numa primeira fase, as estruturas serão financiadas por um subsídio proveniente de uma candidatura apresentada e aprovada na Associação Leader Oeste.

As instalações são compostas por Sala Oficina Cozinha Rural, Loja de Exposição e Vendas, Sala de Artes e Ofícios, e Sala de Informática.

Numa segunda fase está prevista a construção de um segundo piso ou sótão e dois pisos na zona do pátio, para utilização no âmbito da formação profissional e escolar, reuniões temáticas e seminários.

Esta cooperativa tem como objectivo apoiar a formação profissional dos recursos humanos, a promoção e a comercialização das produções das actividades tradicionais, como o artesanato e as artes decorativas rurais, doçaria e culinária rural, de forma a aproveitar através da sua transformação a riqueza dos produtos agrícolas frescos de produção convencional e de produção biológica.

Vai também prestar uma especial atenção às tecnologias da informação e comunicação, e também a várias valências inovadoras nas áreas das energias renováveis.
In Oesteonline
par Secção PS - Bombarral publié dans : Câmara Municipal
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Lundi 4 décembre 2006
Durante o período de atendimento ao público das reuniões de Câmara do Bombarral vários munícipes queixaram-se de problemas aos autarcas.

Manuel Ventura, acompanhado de mais dois residentes no Casal do Avenal, chamaram a atenção para “o mau estado em que se encontra o rua de acesso” às suas habitações, bem como para a existência de 110 metros de manilhas “perto do poço que não são limpas”, existindo ainda “um aqueduto junto da capela que está interrompido e 60 m de estrada que está a ceder”.

Perante tais problemas, Luís Camilo Duarte, presidente da Câmara, comprometeu-se a fazer uma intervenção para “limpar o caminho”, após as intervenções que os serviços municipais estão a efectuar para resolver os problemas causados pelas intempéries.

Joaquim Vieira disse ter feito um pedido de viabilidade de construção no Carvalhal, onde há uns anos havia uma estrada com dois a três metros de largura e que foi reprovado. “Há três anos foi lá feito um alargamento da estrada e como é encosta as chuvas vêm pela estrada abaixo e as valetas ficam entupidas”. Joaquim Vieira reclamou que precisa deste problema resolvido para construir a casa com todas as condições. Na resposta o presidente da Câmara informou que a autarquia “só pode reapreciar o processo desde que haja um requerimento do interessado”.

Inocêncio Ramalhete revelou ter começado a trabalhar na piscina municipal antes dela abrir, sendo que na última vez que lá esteve foi a recibo verde, pagando-lhe a Câmara 350 euros por mês. “Foi-me renovado o contrato por mais um ano, mas ao fim de seis meses recebi uma carta de despedimento”. O trabalhador reclama pelo facto de ter sido contratado para o seu lugar “um amigo do responsável da piscina, com 20 anos, e que foi ganhar 650 euros por mês”.

Inocêncio Ramalhete revelou que ofereceu os seus préstimos gratuitamente para alguma coisa que fosse preciso e pediu para lhe darem um garrafão de água descalcificada por mês, o que foi atendido, tendo-lhe sido dados dois garrafões. “Hoje de manhã fui à piscina pagar 51 euros da mensalidade da minha mulher e do meu, mas quando pedi o garrafão de água, o funcionário disse-me que não tinha autorização para tal”. Incomodado com o assunto, Luís Camilo Duarte apenas disse que iria recolher os elementos para informar a Câmara.

António Barreiras e a mulher, moradores na Rua da Azinhaga, lugar de Famões, freguesia de Bombarral, sensibilizaram o executivo para o mau estado em que se encontra o pavimento da sua rua. Luís Camilo Duarte disse não se poder comprometer com o alcatroamento da rua, mas “pode-se reparar o piso”.



Carlos Barroso
in Oesteonline
par Secção PS - Bombarral publié dans : Câmara Municipal
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