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Jeudi 16 novembre 2006
As luzes de Natal deverão ser ligadas nas Caldas da Rainha no dia 22 de Novembro, mais cedo do que nos outros concelhos do sul do distrito. O custo da iluminação ronda os 72 mil euros, mais dois mil euros do que no ano passado.

Em Óbidos, a ligação será feita no dia 30 de Novembro, custando cerca de 92 mil euros, investimento que envolve diversas parcerias e patrocínios.

Em Peniche, as luzes natalícias poderão ser apreciadas a partir de 1 de Dezembro e custarão perto de 14500 euros. A mesma data foi escolhida pelo Município do Bombarral, que fez um investimento de 17 mil euros. Fora do distrito, no Cadaval, a iluminação de Natal estará montada a 8 de Dezembro.

Para além do material e custos de montagem, há a acrescer os gastos com o consumo de energia.
In Oesteonline
 
par Secção PS - Bombarral publié dans : Câmara Municipal
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Lundi 13 novembre 2006

Bombeiros do Bombarral no «Vida por Vida» - RTP2

 

 A AHBVB - Associação Humanitária dos Bombeiros Voluntários do Bombarral irá ser o tema do próximo Programa «Vida por Vida» a transmitir no Sábado dia 18 de Novembro de 2006 pelas 12 horas na RTP 2 .

 

par Secção PS - Bombarral publié dans : Câmara Municipal
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Vendredi 10 novembre 2006
Está previsto ser lançado antes do final deste ano o programa Finincia Oeste, que vai permitir às micro e pequenas empresas da região acederem de forma mais fácil e rápida ao crédito.

O projecto ainda não foi apresentado oficialmente, mas a entidade promotora, a Agência de Desenvolvimento da Região Oeste (ADRO), aproveitoua realização do “Seminário de Empreendedorismo e Inovação do Oeste – Jovens Empreendedores no Futuro” que decorreu a 20 e 21 de Outubro no Cine-Teatro de Alcobaça para fazê-lo.

David Santos, técnico da ADRO, explicou à audiência no que consiste o Finincia, um programa lançado pelo governo e promovido pelo IAPMEI, que tem o objectivo de apoiar pequenas empresas com medidas de apoio financeiro (micro-financiamento).

O programa divide-se em três eixos, sendo que o Finincia Oeste se cinge ao Eixo III - Iniciativas Empresariais de Interesse Regional. “É o mais próximo das populações”, explicou David Santos.

São potenciais candidatas as empresas ligadas aos sectores da indústria, comércio, turismo, construção e serviços. No entanto, uma empresa de exploração agrícola que pretenda abrir uma loja poderá concorrer. “O que interessa é o projecto em si e a actividade que vai ser promovida”, afirmou David Santos.

Para além da ADRO, entidade gestora para toda a região, o projecto tem parcerias com vários municípios, o Banco Espírito Santo e uma sociedade de garantia mútua.

Serão criados vários fundos concelhios, independentes uns dos outros, sendo que a respectiva autarquia será responsável por 20% do fundo e a entidade bancária por 80%. Os investimentos terão de se realizar no concelho em causa e destina-se a empresas já constituídas ou empresários em nome individual.

O apoio ao promotor é reembolsável a 100%, não existindo crédito a fundo perdido. A parceria com a sociedade de garantia mútua permite ter um fundo mais flexível e adaptado às necessidades. Até 100% do investimento é elegível, até um máximo de 45 mil euros de apoio. O prazo de pagamento é de três a seis anos, com possibilidade de um ano de carência de capital. No valor da câmara municipal não incidem juros.

As despesas financiáveis são investimento em capital fixo, nomeadamente a aquisição de terrenos, edifícios, veículos, custos internos da empresa, trespasses, entre outros.

O que se pretende é preencher um espaço que normalmente não é ocupado pelos bancos, facilitando o acesso a crédito às micro e pequenas empresas. O programa permite aumentar a possibilidade de aprovação do crédito e fazer baixar a taxa de juro. “O que se pretende é estimular o investimento e orientá-lo para a melhoria de produtos ou serviços prestado”, referiu David Santos.

O fundo pretende apostar na inovação, ao nível de produtos, processos e serviços e modernização das empresas. Por outro lado, permite que as empresas envolvidas se adaptem às modificações decorrentes de imposições legais e regulamentares, como acontece, por exemplo, no sector da restauração.

O arranque do projecto por concelho, depende de cada de cada município. Em processo de formalização ou já formalizados já estão os fundos municipais de Alcobaça, Bombarral, Lourinhã, Óbidos e Peniche. Caldas da Rainha ainda não aderiu ao programa, estando actualmente a ser estudado o processo pelo executivo municipal.

Às empresas caberá depois apresentar projectos e a própria firma, na vertente comercial, financeira e outras. A avaliação de cada caso e decisão final dos parceiros será dada até 20 dias.

Os projectos serão auditados e acompanhados para se garantir a aplicação correcta dos fundos.

In Oesteonline
par Secção PS - Bombarral publié dans : Quadro Comunitário
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Vendredi 10 novembre 2006
  
No próximo dia 16 de Novembro terá lugar no Bombarral um seminário intitulado “Risco – O tempo de vida da criança”, organizado pela Comissão de Protecção de Crianças e Jovens do Bombarral.
Este encontro, que se realiza no auditório municipal, terá início pelas 9h30 com a presença de representantes de diversas entidades desta área. Uma hora depois terá lugar o primeiro painel, subordinado ao tema “Risco: Diagnóstico, Intervenção e Encaminhamento”, que terá como moderador o cónego José Traquina. O psicólogo e docente universitário Eduardo Sá irá abordar o “Risco: Tempo de Vida da Criança”, enquanto que meia hora depois a também psicóloga e professora universitária, Helena Martins, irá falar sobre o “Diagnóstico de Situações de Risco”.
Pelas 11h30 a Provedora da Casa Pia de Lisboa, Catalina Pestana, abordará a “Intervenção e Encaminhamento em Situações de Risco”, seguindo-se a intervenção da juíza Isabel Baptista sobre “Intervenção Jurídica em Processos de Menores”.
Após o almoço, pelas 14h15 terá início uma mesa redonda de boas práticas moderada por Luís Villas-Boas.
Seguem-se diversos workshops, como “Risco na Instituição”, por Catarina Mourato, directora técnica do CAT “O Girassol”, da Marinha Grande; “O Risco na Família”, por Natália Colaço, psicóloga e terapeuta familiar na Sociedade Portuguesa de Terapia Familiar; “O Risco na Saúde”, por Daniel Soares, pediatra do Centro de Desenvolvimento do Centro Hospitalar das Caldas da Rainha; e o “Risco na Escola” por Joaquim Marques, do Instituto de Estudos da Criança da Universidade do Minho.
Pelas 16h30 serão apresentadas as conclusões, seguindo-se um período de debate e o encerramento, pelas 18 horas.
Este seminário destina-se essencialmente a membros das Comissões de Protecção de Crianças e Jovens em Perigo, técnicos com intervenção na área social, profissionais de saúde, da área jurídica e da educação, agentes da segurança e comunidade em geral.
 
In Gazeta de Caldas
par Secção PS - Bombarral publié dans : Câmara Municipal
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Mercredi 8 novembre 2006

O socialista do Bombarral Fialho Marcelino solicitou na última reunião de Câmara do Bombarral elementos sobre a empreitada do Teatro Eduardo Brazão. “Data de lançamento do concurso público, data da adjudicação, valor da adjudicação, data da recepção provisória, ou caso não tenha acontecido, do último auto de medição, valor final da obra, valor da caução e data, situação actual da caução”, foram os dados requeridos.
A vereadora eleita pela CDU naquele concelho, na sequência da intervenção do socialista, informou o executivo que “estiveram cá dois arquitectos que vieram visitar o teatro para avaliarem os estragos que estão bem patentes e verem as razões da gravidade dos mesmos”.
A vereadora comunista referiu que lhes foi facultado o relatório do LNEC sobre aquele problema e o projecto de intervenção feito pelo arquitecto Luís de Freitas.
Segundo Teresa Faustino, os técnicos consideram que o projecto “não responde às necessidades de intervenção daquele problema mas recomendam que a Câmara Municipal envie o mesmo para o LNEC para se pronunciar”.
Dos contactos efectuados pela autarca e tendo em conta a situação que o Teatro está, questionou se haveria alguma hipótese do Teatro ser utilizado, “porque o Agrupamento de Escolas e a Escola Secundária têm iniciativas que gostariam de pôr em prática no Teatro Eduardo Brazão”, disse.
O presidente da Câmara do Bombarral, Luís Camilo Duarte, lembrou que na revisão orçamental já foi colocada uma verba que “não deve chegar para a intervenção necessária no Teatro Eduardo Brazão”, acrescentando que se vai analisar a situação e as propostas feitas pelos técnicos que visitaram o espaço.

in Jornal Regional

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