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Lundi 4 décembre 2006
Durante o período de atendimento ao público das reuniões de Câmara do Bombarral vários munícipes queixaram-se de problemas aos autarcas.

Manuel Ventura, acompanhado de mais dois residentes no Casal do Avenal, chamaram a atenção para “o mau estado em que se encontra o rua de acesso” às suas habitações, bem como para a existência de 110 metros de manilhas “perto do poço que não são limpas”, existindo ainda “um aqueduto junto da capela que está interrompido e 60 m de estrada que está a ceder”.

Perante tais problemas, Luís Camilo Duarte, presidente da Câmara, comprometeu-se a fazer uma intervenção para “limpar o caminho”, após as intervenções que os serviços municipais estão a efectuar para resolver os problemas causados pelas intempéries.

Joaquim Vieira disse ter feito um pedido de viabilidade de construção no Carvalhal, onde há uns anos havia uma estrada com dois a três metros de largura e que foi reprovado. “Há três anos foi lá feito um alargamento da estrada e como é encosta as chuvas vêm pela estrada abaixo e as valetas ficam entupidas”. Joaquim Vieira reclamou que precisa deste problema resolvido para construir a casa com todas as condições. Na resposta o presidente da Câmara informou que a autarquia “só pode reapreciar o processo desde que haja um requerimento do interessado”.

Inocêncio Ramalhete revelou ter começado a trabalhar na piscina municipal antes dela abrir, sendo que na última vez que lá esteve foi a recibo verde, pagando-lhe a Câmara 350 euros por mês. “Foi-me renovado o contrato por mais um ano, mas ao fim de seis meses recebi uma carta de despedimento”. O trabalhador reclama pelo facto de ter sido contratado para o seu lugar “um amigo do responsável da piscina, com 20 anos, e que foi ganhar 650 euros por mês”.

Inocêncio Ramalhete revelou que ofereceu os seus préstimos gratuitamente para alguma coisa que fosse preciso e pediu para lhe darem um garrafão de água descalcificada por mês, o que foi atendido, tendo-lhe sido dados dois garrafões. “Hoje de manhã fui à piscina pagar 51 euros da mensalidade da minha mulher e do meu, mas quando pedi o garrafão de água, o funcionário disse-me que não tinha autorização para tal”. Incomodado com o assunto, Luís Camilo Duarte apenas disse que iria recolher os elementos para informar a Câmara.

António Barreiras e a mulher, moradores na Rua da Azinhaga, lugar de Famões, freguesia de Bombarral, sensibilizaram o executivo para o mau estado em que se encontra o pavimento da sua rua. Luís Camilo Duarte disse não se poder comprometer com o alcatroamento da rua, mas “pode-se reparar o piso”.



Carlos Barroso
in Oesteonline
par Secção PS - Bombarral publié dans : Câmara Municipal
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Jeudi 30 novembre 2006
COMUNICADO
 
           
A Federação Distrital de Leiria do Partido Socialista, tendo tomado conhecimento da carta que a Associação de Agricultores do Oeste enviou ao Sr. Secretário de Estado Adjunto da Agricultura e Pescas, na qual dá conta da difícil situação económica em que se encontram os Produtores de Pêra Rocha dos concelhos do Bombarral e Óbidos, entende dar conhecimento público do seguinte:
1º - Manifestar a nossa preocupação quanto à difícil situação económica em que se encontram os Produtores de Pêra Rocha, nos concelhos atrás indicados, o que afecta o nível de vida das respectivas famílias, bem como, o desenvolvimento económico dos concelhos onde os mesmos têm a sua actividade;
2º - Repudiar a estratégia levada a cabo por alguns, ditos, representantes da fileira de produção de Pêra Rocha, que nos últimos anos têm concentrado os canais de comercialização na “mão” de apenas dois ou três operadores, que monopolizam o comércio deste produto de excelência, impondo condições de comercialização aos pequenos produtores que os impedem de obter qualquer rentabilidade na produção do mesmo;
3º - Lamentar que até à presente data os mesmos, ditos, representantes não tenham demonstrado qualquer preocupação pelos pequenos produtores de Pêra Rocha, limitando-se a proteger os grandes operadores e as relações destes com as grandes cadeias de comercialização nacionais e internacionais;
4º - Demonstrar apoio pelas políticas do governo que no sector da Agricultura têm sido levadas a cabo, sobretudo aquelas que colocaram termo aos elevados subsídios que injustamente só alguns recebiam, tendo estas regras sido alteradas de modo a que um maior número de agricultores que pouco recebia, possa passar a receber mais, em detrimento desses poucos, ditos, agricultores que muito recebiam;
5º - Afirmar que, dadas as preocupações sociais manifestadas pelo Partido Socialista no exercício da governação, estamos certos que o Sr. Ministro da Agricultura, assim como o Sr. Secretário de Estado Adjunto, tudo farão, apesar das dificuldades que o País atravessa, para encontrarem soluções que vão de encontro aos interesses dos Produtores de Pêra Rocha, resolvendo assim as preocupações manifestadas pela Associação de Agricultores do Oeste;
6º - Informar que a Federação Distrital de Leiria do Partido Socialista, continuará a acompanhar esta situação e tudo fará, em apoio dos Agricultores desta fileira de produção, para que o governo tenha em conta este importante sector de actividade económica dos concelhos do sul do distrito de Leiria, apoiando os Agricultores para que possam sair da crise em que se encontram.
Leiria, 30 de Novembro de 2006
Pelo Secretariado da Federação Distrital do P.S.
 
Jorge Gabriel Martins – Telem. 965802686
(Secretário da Federação p/ os Assuntos relacionados com a Agricultura)
par Secção PS - Bombarral publié dans : Federação Leiria
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Jeudi 30 novembre 2006
3ª CONVENÇÃO AUTÁRQUICA DO CADAVAL DO PS
 ESCOLA SECUNDÁRIA DO MONTEJUNTO
2 de Dezembro de 2006
 
14,30 h - Recepção participantes
15.00 h - A bertura trabalhos
A rqª Maria João Botelho
15.15 h – Balanço actividade M unicipal
Prof.Diogo de Abreu
15.30 h – Balanço actividade Câmara
Dr. Dinis Acácio Duarte
16.00 h – Balanço actividade Freguesia
Pedro Costa e Rui Henriques
16.30 h – DEBATE sobre a
“Estratégia para o Futuro”
17.50 h – Pausa para café
 
 
18.00 h – Intervenções dos convidados
- Presidente Nacional da J .S .
- Presidente Departamento Nacional
das M ulheres Socialistas, D rª Manuela Augusto
- Presidente da FRO , José Manuel Custódio
- Euro-Deputado, Dr. Capoulas Santos
20.30 h - Jantar de Natal*
*
Contactos para confirm ação do J antar 962900540 /
938350667 / 919486747 - (12 ¤ por pessoa)
par Secção PS - Bombarral publié dans : Câmara Municipal
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Jeudi 30 novembre 2006
 
Neste mês de Dezembro é costume fazer-se o balanço do ano e fazer-se votos de melhor ano vindouro.
Também, no aspecto político, a tradição se cruza com os costumes populares, pelo que nesta coluna nos propomos fazer um pequeno balanço do ano de 2006.
Na próxima edição deste jornal, faremos a conjectura do que será o próximo ano de 2007, aqui na nossa terra – o Bombarral.
Neste ano de 2006, era grande a ansiedade pela melhoria das condições de vida para o nosso concelho, por uma melhor governação da Câmara, por uma aplicação de novas políticas e no virar de página da estagnação de tantos anos de governação do PSD.
Para contradição, a estagnação continuou na mesma, senão mesmo, agravou-se. Só parte das cabeças do PSD é que mudaram. As políticas continuaram na mesma. Isto é, um vazio total de ideias, uma presidência despida de qualquer objectivo para a modernização do Bombarral.
Todos aqueles que diziam “ que agora, com este novo Presidente é que isto vai mudar” viram defraudadas as suas expectativas. Logo no ano passado, após a tomada de posse se verificou que não havia qualquer estratégia.
O orçamento aprovado, tarde e más horas, veio confirmar as nossas suspeitas. Nenhum novo objectivo, nenhuma nova ideia para o Bombarral, limitando-se a cumprir a continuação do orçamento anterior.
Tem sido afirmado por muitos que foram feitos investimentos. Nada mais falacioso, senão vejamos:
- Estádio Municipal – Continuação da obra, a conta-gotas, com permanentes alterações, sem ser efectuado um estudo aturado das necessidades, para posterior avaliação da necessidade das obras anteriormente programadas. Continuamos a discutir em Câmara decisões avulsas de alterações ao programado na empreitada.
Será que vai ser para o ano de 2007 que o Bombarralense vai aí realizar algum jogo oficial? Tenho bastante receio que tal não venha a acontecer.
- Arranjo da Praça do Município – Após a retirada do parque de estacionamento subterrâneo e, com um projecto, à partida que parece bem conseguido, falta-lhe as alternativas para o estacionamento.
No devido momento, foi demonstrado por nós que deviam ser criadas alternativas para o estacionamento, como por exemplo, o aproveitamento dos espaços onde hoje estão um conjunto de prédios completamente degradados. Também, a realização de um acordo com a Caixa Agrícola para o aproveitamento do estacionamento subterrâneo. Nada disto ainda foi feito.
Qualquer dia começam as obras e onde é que os bombarralenses vão estacionar as suas viaturas para tratar da sua vida?
Arranjo da Praça da República (Campo da feira) – Não houve coragem política para negociar com o empreiteiro um conjunto de pequenas alterações de forma a trazer alguns novos atractivos ao local. A Câmara limitou-se a mandar cumprir com o projecto já aprovado. Nem para as casas de banho está previsto qualquer melhoramento.
Não existe mais nada de novo, o que continua a existir é “um deixa andar” que pode ser verificado nas condições infra-humanas que foram criadas para o novo local da feira. Não há quaisquer condições para vender e muito menos atractivos para a deslocação dos compradores.
Se se quer acabar com a feira, então os nossos parabéns à Câmara PSD pelo excelente trabalho que está a realizar. Mais uns dias 23 e deixa de haver feira. Não é preciso procurar alternativas.
 Havia muito mais a dizer, mas o espaço é bastante curto para tudo o que não tem sido feito no nosso concelho, que para a descrição do que já foi feito, qualquer espaço de escrita serve.
As expectativas goraram-se tal como nós já suspeitávamos desde o início deste mandato.
Só com uma nova atitude é que se consegue promover a modernização do Bombarral, a captação de novos investimentos e o apoio dos que já cá estão. Com estas novas políticas não será possível a fixação dos jovens na nossa terra. Todos nós naturais e residentes no Concelho do Bombarral merecemos muito melhor.
 
 
António Fialho Marcelino
par Secção PS - Bombarral publié dans : Câmara Municipal
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Vendredi 24 novembre 2006
 
 
De entre os assuntos agendados para esta reunião destacam-se a 2 ª revisão orçamental e a 5ª alteração orçamental. No entanto ressaltam ainda algumas informações, ou falta delas por parte do Presidente da Câmara e seus seguidores. Os documentos relativos aos pagamentos do torneio de futsal, ainda não foram entregues, as explicações sobre o Festival do Vinho, continuam sem ser dadas, a informação sobre alteração de distribuição de pelouros só foi dada porque o PS perguntou, os mapas mensais de execução orçamental, pagamentos efectuados e despesas de telemóveis, não foram entregues na 1ª reunião pública como deveriam, explicações prometidas aos vereadores sobre situações levantadas por munícipes na sessão pública, não foram dadas, a resolução dos problemas dos transportes escolares, concretamente para a freguesia do Pó, finalmente foram resolvidas depois dos vários alertas e chamadas de atenção por parte dos vereadores socialistas, enfim um leque muito vasto de falta de rigor, competência e empenho na resolução de problemas.
O PS viabilizou a alteração orçamental por se tratar de uma necessidade técnica para fazer face a pagamentos de vencimentos e à ADSE no mês em curso, não obstante ter alertado para a retirada de uma verba para apoio a instituições em fins lucrativos, uma vez que esta será necessária. Como tecnicamente não era possível ser corrigida na reunião e existia a necessidade de aprovação da alteração orçamental, ficou acordado que na próxima reunião será efectuada uma nova alteração orçamental para repor os valores para apoio aos serviços sociais dos trabalhadores da autarquia e o centro social e paroquial do Bombarral através de protocolos específicos.
A 2ª revisão orçamental foi a tentativa, por parte do Presidente Luís Duarte, de branquear a sua falta de capacidade para executar um orçamento. Sob a capa de um documento técnico, o Presidente tentou aprovar uma revisão orçamental que tinha como principal objectivo mascarar a fraca execução do orçamento. De referir ainda que em mandatos anteriores nunca foi apresentado um documento deste tipo, revendo em baixa os investimentos para o concelho, até porque este tipo de documento é utilizado, em regra, para a realização de investimentos não previstos inicialmente, em resultado de receitas também elas não previstas inicialmente, no caso vertente existe precisamente o contrário, existem cortes nos investimentos inicialmente previstos, falseando promessas e gorando expectativas assumidas em orçamento e PPI, os cortes no investimento são feitos à custa da falta de arrecadação de receitas de capital, por manifesta incapacidade do Presidente da Câmara em captar investimento para o concelho, nomeadamente para projectos a desenvolver no Pólo II. A proposta de revisão orçamental, apresentada pelo Presidente da Câmara, foi justificadamente reprovada.
 
par Secção PS - Bombarral publié dans : Câmara Municipal
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