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Mardi 6 mars 2007

A Câmara Municipal do Bombarral, liderada pelo social-democrata Luís Camilo Duarte, vai passar a ter um regulamento de apoio ao movimento associativo.

O documento foi aprovado depois do Partido Socialista ter apresentado em Junho uma proposta de regulamento. No entanto, PSD e CDU acabaram por aprovar um regulamento de apoio ao movimento associativo, com o qual o PS discorda e critica de falta de objectividade.

Segundo os vereadores do PS, a proposta socialista “visava dotar a autarquia de um documento que servisse os munícipes através das diferentes associações do concelho, de que fazem parte”, lê-se numa nota de imprensa enviada ao Oeste Online.

Na sequência da apresentação dessa proposta foi constituída uma equipa de trabalho na, incluindo as três forças políticas com assento na Câmara Municipal, mas acabou por não haver entendimento político..

O regulamento de apoio ao movimento associativo, apresentado pelo PS pretendia valorizar e aprofundar as dinâmicas associativas, as suas actividades e capacidade mobilizadora, ao mesmo tempo favorecer o seu apetrechamento e capacitação para a acção”, reforçaram os socialistas.

Segundo o PS, “este regulamento visava disciplinar os apoios a conceder às associações e colectividades do Bombarral, na perspectiva de intensificar a intervenção social, cultural e desportiva das mesmas, bem como o envolvimento das populações na vivência comunitária”.

A proposta sugeria também a criação de um Gabinete de Apoio ao Movimento Associativo, que teria como principais objectivos apreciar preliminarmente as candidaturas das associações aos apoios municipais, efectuar o acompanhamento, coordenação e avaliação dos apoios concedidos, colaborar com as associações na elaboração dos documentos de carácter técnico, nomeadamente planos e orçamentos, relatórios de contas, na elaboração de candidaturas a fundos provenientes dos diversos organismos estatais e ainda articular com as diversas associações a programação anual das respectivas actividades.

In Oesteonline

par Secção PS - Bombarral publié dans : Câmara Municipal
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Lundi 12 février 2007
O Partido Socialista, na sequência do trabalho efectuado no período pré-eleitoral e de acordo com os compromissos assumidos com os eleitores do Concelho do Bombarral, apresentou em Junho de 2006 um proposta de Regulamento de Apoio ao Movimento Associativo.
Na sequência da apresentação dessa proposta foi constituída uma equipa de trabalho na tentativa de alcançar um entendimento político alargado. O PS integrou esse grupo de trabalho em conjunto com as duas forças politicas que integram o executivo, referindo que estaria disponível para aceitar propostas desde que não desvirtuassem o espírito e os objectivos do regulamento apresentado, nomeadamente a objectividade e a transparência na atribuição dos subsídios. Depois de três reuniões, algumas delas só realizadas depois de alguma insistência do lado do PS, o entendimento alargado não foi possível alcançar, porque a maioria PSD/CDU não estava disponível para plasmar no regulamento a objectividade e a transparência que caracterizavam a proposta apresentada pelo PS, não obstante a apresentação de vários modelos para a execução desses dois objectivos fundamentais.
Na sequência destes desenvolvimentos na reunião de Câmara do dia 5 de Fevereiro foi reprovada, pela maioria PSD/CDU, a proposta de regulamento de apoio ao movimento associativo apresentado pelos vereadores do Partido Socialista. Esta proposta visava dotar a autarquia de um documento que servisse os munícipes através das diferentes associações do concelho, de que fazem parte.
O Regulamento de Apoio ao Movimento Associativo, apresentado pelo PS pretendia valorizar e aprofundar as dinâmicas associativas, as suas actividades e capacidade mobilizadora, ao mesmo tempo favorecer o seu apetrechamento e capacitação para a acção.
Por outro lado este regulamento visava disciplinar os apoios a conceder às Associações e Colectividades do Município do Bombarral, na perspectiva de intensificar a intervenção social, cultural e desportiva das mesmas, bem como o envolvimento das populações na vivência comunitária, sendo o mais equitativo possível, de forma a apoiar justa e objectivamente todas as Associações e proporcionar as condições necessárias para a reactivação das que não têm tido condições objectivas para desenvolver a sua actividade.
Esta proposta previa a criação de um Gabinete de Apoio ao Movimento Associativo, que teria como principais objectivos, apreciar preliminarmente as candidaturas das Associações aos apoios municipais, efectuar o acompanhamento, coordenação e avaliação dos apoios concedidos, colaborar com as Associações na elaboração dos documentos de carácter técnico, nomeadamente planos e orçamentos, relatórios de contas, na elaboração de candidaturas a fundos provenientes dos diversos organismos estatais e ainda articular com as diversas Associações a programação anual das respectivas actividades.
No entanto a maioria PSD/CDU fez aprovar um regulamento de apoio ao movimento associativo, que apesar de ser uma cópia de uma das propostas iniciais do PS, com alguns contributos da CDU, foi-lhe retirada toda  a objectividade e transparência que é fundamental na ligação entre a Câmara e as Colectividades. Sem estes dois vectores de capital importância, a objectividade e a transparência, ficam as Associações à mercê de critérios subjectivos, de circunstância e até de arbitrariedade, na atribuição dos apoios às respectivas actividades.
 
par Secção PS - Bombarral publié dans : Câmara Municipal
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Dimanche 21 janvier 2007

O Partido Socialista do Bombarral emitiu um comunicado onde acusa o presidente da Câmara de tentar esconder informações ao Tribunal de Contas.

Relata Fialho Marcelino, presidente da Comissão Política Concelhia do Partido Socialista, que na reunião de Câmara do passado dia 8 de Janeiro, para a decisão de adjudicação da obra do Praça do Município foi presente aos vereadores “um simples relatório” referente à resposta a uma reclamação apresentada por um dos concorrentes, sendo que, esse mesmo documento propunha a adjudicação da obra ao outro concorrente.

Os vereadores do PS insurgiram-se contra “a ligeireza com que estes documentos técnicos, que mais tarde vão servir de base para a decisão final do Tribunal de Contas, foram feitos, sem a apresentação de quaisquer quadros justificativos da decisão tomada”, apontando que o relatório apresentado “não consegue justificar, com clareza, a opção tomada”.

Por isso, foi solicitada pelo PS a retirada da proposta e consequente melhoria do relatório de decisão final.

Esta tentativa de resolução do problema por parte dos vereadores do PS, foi feita de forma a que a Câmara não tenha qualquer contratempo futuro, tanto junto do Tribunal de Contas como do concorrente que não ficou em primeiro lugar”, sustenta Fialho Marcelino.

Contudo, indica, “o sr. Presidente da Câmara insurgiu-se contra a posição dos vereadores do PS, afirmando que ‘mais uma vez os vereadores do PS estavam a ser forças de bloqueio para o desenvolvimento do concelho’”.

O PS alega que a tomada de posição dos seus vereadores não é contra a proposta de adjudicação, mas “contra a forma displicente com que se apresentam os documentos, sem todas as justificações que deram origem à proposta de decisão”.

Posta a votação, o PS votou contra, o PSD a favor e a CDU absteve-se.

No final, os vereadores do PS ditaram para a acta a sua declaração de voto. Foi aí que, segundo Fialho Marcelino, “por incrível que pareça, o sr. Presidente da Câmara pediu para a mesma não ser inserida na acta desta reunião de Câmara mas na seguinte, pois essa ‘declaração pode criar problemas no Tribunal de Contas’”.



Francisco Gomes


Oesteonline

par Secção PS - Bombarral publié dans : Câmara Municipal
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Mardi 9 janvier 2007
 
Os Vereadores do Partido Socialista na Câmara Municipal do Bombarral, mais uma vez, nesta reunião de Câmara, demonstraram o verdadeiro sentido de responsabilidade, consubstanciado na postura que têm apresentado ao longo do presente mandato, com a apresentação de propostas e inúmeras sugestões para a gestão do Município do Bombarral
 
Nesta última reunião, mais uma vez se verificou esse elevado espírito de colaboração, com a demonstração de firmeza ao tentar não serem cometidas algumas imprecisões, não mesmo ilegalidades. Senão vejamos:
 
Nesta reunião, além de um conjunto de licenciamentos de obras, estavam agendadas duas propostas de elevada responsabilidade, cada uma delas em vectores diferentes, uma na área da adjudicação de obras, outra na aplicação do POCAL (instrumento por que se rege a contabilidade municipal.
 
No respeitante à área de adjudicação de obra, foi inserido na ordem de trabalhos a adjudicação da obra de remodelação da Praça do Município.
 
Foi presente aos vereadores um simples relatório que queria demonstrar que uma reclamação apresentada por um dos concorrentes não tinha qualquer fundamento e, depois, esse mesmo documento propunha a adjudicação da obra ao outro concorrente.
 
Os vereadores do PS insurgiram-se contra a ligeireza com que estes documentos técnicos, que mais tarde vão servir de base para a decisão final do Tribunal de Contas, foram feitos, sem a apresentação de quaisquer quadros justificativos da decisão tomada. O relatório apresentado não consegue justificar, com clareza, a opção tomada. Foi solicitado pelo PS a retirada da proposta e consequente melhoria no relatório de decisão final.
 
Esta tentativa de resolução do problema por parte dos vereadores do PS, de forma a Câmara não ter qualquer contratempo, tanto junto do Tribunal de Contas como do concorrente que não ficou em primeiro lugar, a Câmara, pela voz do Presidente, insurgiu-se contra a posição do PS, afirmando que mais uma vez estávamos a ser forças de bloqueio para o desenvolvimento do concelho. Cá vamos estar quem tem razão…
 
Posta a votação, o PS votou contra, o PSD a favor e a CDU (Teresa Faustino) absteve-se.
 
Depois dizem que não existe uma frente unida PSD/CDU a governar a Câmara. Porque será e qual será a verdadeira razão?
 
No final, os vereadores do PS ditaram para a acta a sua declaração de voto que, por incrível que pareça, o Presidente da Câmara pediu para a mesma não ser inserida nesta reunião de Câmara mas na seguinte, pois com a nossa “declaração pode criar problemas no Tribunal de Contas”. Com esta posição, o Presidente dá razão à nossa atitude.
 
No outro ponto, Fundo de Maneio para fazer face a situações de pequenas aquisições com urgência, por insuficiências de informação e por não cumprir com as regras do POCAL, os vereadores do PS informaram da melhor forma de debelar estes erros. Mais grave ainda é que foram cometidos os mesmos erros do ano passado e nós, na altura, apresentámos a forma de resolução e que no ano seguinte (esta actual proposta) fosse tida em conta essas alterações.
 
Nada feito e, pasme-se que o Presidente com os mesmos argumentos da anterior proposta, retirou-a da ordem de trabalhos para ser posteriormente refeita.
 
Nos outros pontos, discutiu-se a obra da Praça da República (antigo largo da feira) face à queixa de alguns moradores na colocação de árvores em lugares de estacionamento. Foi revista a colocação das árvores de forma a não prejudicar os moradores e manter o mesmo número.
 
Na mesma reunião, foi efectuada uma visita às obras do Estádio Municipal.
 
Tudo na mesma como dantes, em termos de andamento de obra. Devagar, devagarinho, mas cada vez com mais despesa, pois cada dia que passa existem novos e maiores problemas.
 
Vejamos:
 
A actual iluminação do estádio não serve – tem que se colocar pelo exterior dos postes, com a construção de um compartimento junto de cada poste.
 
A relva ainda não começou a ser colocada, pois agora é o terreno que continua todo empapado, o que será no futuro?
 
As traseiras dos balneários, caminho de acesso, com as últimas chuvas, apresenta enormes “desburras”, necessitando de ter um muro de contenção de terras, pois se nada for feito, pode haver problemas nas fundações dos balneários com o seu descalcetamento por queda das terras.
 
Não param aqui os problemas, à volta do Estádio não existe iluminação, sendo necessário proceder a uma nova adjudicação, continuando a encarecer este elefante branco.
 
Daqui resulta, como foi dito em reunião de Câmara, um conjunto de responsabilidades que cometem ao projectista por não prever no seu projecto um conjunto de itens necessários para a concretização desta obra, como o fornecimento de água, mas também, à Câmara, pois no mandato passado, como medida administrativa e de baixar o preço base da obra foi decidido retirar a contenção de terras, a iluminação exterior, além de outras obras que agora tão necessárias são para o fecho do Estádio.
 
Claro que cada uma destas anomalias são mais uns milhares de euros que o erário municipal, diga-se todos nós, vamos continuar a desembolsar para pagar os caprichos de uns quantos.
 
Estávamo-nos a esquecer! O Estádio já tem as cadeiras montadas e são de cor de laranja. Também, fiquem os adeptos do Bombarralense descansados que continuarão a caminhar para Óbidos, durante muitos mais jogos se querem ver os jogos de “casa” do Bombarralense.
 
Até à próxima reunião de Câmara, para lhes contarmos as peripécias e as trabalhadas da governação PSD/CDU na nossa Câmara.

Fialho Marcelino (Vereador do PS na CMB)

 

 

par Secção PS - Bombarral publié dans : Câmara Municipal
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Dimanche 10 décembre 2006
O presidente da Câmara Municipal do Bombarral nega que tenha sido agredido ao princípio da noite de 27 de Novembro, em frente aos Paços do Concelho, versão que circula na vila.

No dia 30 foi colocada uma faixa numa árvore em frente à Câmara, onde se lia "Senhor Presidente, tenha vergonha, demita-se", acto supostamente ligado à agressão que teria sido alvo.

Luís Camilo Duarte nega categoricamente. “O presidente da Câmara do Bombarral não sofreu qualquer agressão nem esteve envolvido em desacatos”, afirma.

Escusando-se a comentar se a afirmação se aplica também à sua vida pessoal, o autarca responde que nada tem a dizer sobre essa matéria.

Quanto à faixa, Luís Camilo Duarte diz não ter visto, mas ter sido informado do seu teor. Desconhece, no entanto, quem a colocou e quem a retirou. “Eu não mandei retirar”, assegura, manifestando que “não respondo a quem age com cobardia e anonimamente”.

O edil tirou três dias de férias com a família, entre 28 de Novembro e 1 de Dezembro, mantendo-se
na região e em contacto com a Câmara.




Francisco Gomes
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par Secção PS - Bombarral publié dans : Câmara Municipal
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